Minha pele torna-se couraça
Repleta de espinhos e lâminas
Meus dentes e garras crescem
Enquanto a musculatura amplia.
Transformo-me no terror vivo
Enquanto meu sangue esquenta
E o dos inimigos esfria
Diante de minha face feroz.
Meu rosto é pintado para a guerra
E luto furioso sem hesitar,
Carrego armas especiais
Para realizar minhas missões.
Sou forjado na têmpera do ódio
A arma malhada para resistir,
Voraz contra oponentes poderosos
Mostrando o monstro manifestado.
- Mensageiro Obscuro.
Agosto/2012.
Foto: imagem do personagem Conan, as referências ao ilustrador não foram encontradas.
"Sou um aventureiro que busca saberes e prazeres sem grilhões e raízes." - Mensageiro Obscuro.
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Mensageiro Obscuro é um escritor performático que possui um espetáculo solo no qual recita textos utilizando vestuários exóticos, maquiagens e outros recursos criados por ele. Escreve prosas poéticas, poesias, contos, crônicas, pensamentos, frases e experimenta outras formas de escrita.
Seus principais estilos e temas em suas obras são: aventura fantástica, realismo fantástico, autobiografia, onirismo, ultra-romantismo, simbolismo, drama, horror e suspense, ocultismo e misticismo, mitologias, filosofias, surrealismo, belicismo, natureza, comportamento, erotismo e humor.
Seus principais estilos e temas em suas obras são: aventura fantástica, realismo fantástico, autobiografia, onirismo, ultra-romantismo, simbolismo, drama, horror e suspense, ocultismo e misticismo, mitologias, filosofias, surrealismo, belicismo, natureza, comportamento, erotismo e humor.
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terça-feira, 18 de setembro de 2012
Na Têmpera do Ódio
quinta-feira, 4 de março de 2010
Fúria Selvagem
Meu ódio é extenso e implacável,
é uma fera faminta e voraz
que corre sobre tua sombra.
Não espere que eu tenha piedade
ao hesitar em lhe atacar.
Em minha mente tu sofres demais,
com meus olhos calculo tua distância,
com meu nariz sigo teu rastro,
pelos meus ouvidos busco teus sons
e com minha boca hei de lhe rasgar.
Minhas mãos estão armadas,
Enquanto as pernas lhe perseguem,
chore e esconda-se
cale-se e finja que sumiu
eu vou encontrá-lo.
Tua pele será separada da carne
em uma bruta tortura sem igual.
Acabou-se tua existência!
tu és caça, eu sou caçador
essa é minha fúria selvagem.
- Mensageiro Obscuro.
Novembro/2009.
Foto: "Dante and Virgil in Hell" de William Adolphe Bouguereau, 1850.
é uma fera faminta e voraz
que corre sobre tua sombra.
Não espere que eu tenha piedade
ao hesitar em lhe atacar.
Em minha mente tu sofres demais,
com meus olhos calculo tua distância,
com meu nariz sigo teu rastro,
pelos meus ouvidos busco teus sons
e com minha boca hei de lhe rasgar.
Minhas mãos estão armadas,
Enquanto as pernas lhe perseguem,
chore e esconda-se
cale-se e finja que sumiu
eu vou encontrá-lo.
Tua pele será separada da carne
em uma bruta tortura sem igual.
Acabou-se tua existência!
tu és caça, eu sou caçador
essa é minha fúria selvagem.
- Mensageiro Obscuro.
Novembro/2009.
Foto: "Dante and Virgil in Hell" de William Adolphe Bouguereau, 1850.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Seu Doce Desespero
Vejo você rumar à vitória e o ódio me consome, vivo tristes pesadelos com teu triunfo. Maldita seja! Usurpadora, diabólico ser mascarado, logo sua máscara cairá e suas lágrimas de tristeza e derrota são o mel de minha alegria, o vinho de minha vitória. Teu doce desespero é o sangue quente de minhas veias. Tenho um prazer orgástico quando rasteja pelas estrada, assim, escancaro meu ódio a ti e espero que sofra mais. Quero que cada um de seus erros sejam um fel em sua língua e que teu sangue sujo derrame, mas não a deixe morrer.
Caminhe por espinhos e rasgue sua carne, continue viva, desejo o néctar mais puro de seu sangue ao chão. Desejo-te a imortalidade para arrepender-se e quando arrependida ainda sofra um pouco, alimente minha libido exótica com sua tragédia. Seu doce desespero será consumido bem lentamente, quando a sentença existencial se mostrar como o sofrimento puro e vagaroso.
O sadismo é minha refeição mais elaborada e saborosa. Iguaria que comerei devagar para que seja durável, especiaria minha que me enjoarei e darei ao descanso mortuário. Seu sofrimento será a pintura que emoldurarei em minha melhor parede, eis o teu doce desespero.
- Mensageiro Obscuro.
2004.
Foto: Imagem de fonte desconhecida encontrada no Google Imagens.
sábado, 8 de agosto de 2009
Pinturas de Guerra
Sinta a energia crescer em ti,tome-se por tua fúria
e esqueça a civilidade.
sejas brutal.
Abandone essas roupas,
use pinturas de guerra,
gire tua cabeleira e rosne,
grite e urre... sinta.
Instintos clamam liberdade,
enquanto músculos
adaptam-se ao frenesi
e tua fera quer lutar.
O corpo é uma grande arma,
a bestialidade é seu escudo.
Cicatrizes são medalhas,
tu és arma viva.
Desça feroz na arena,
extraia o néctar da carne,
aniquile seu inimigo
Nessa noite de carnificina.
- Mensageiro Obscuro.
Agosto/2009.
Foto: Índio guerreiro da tribo Pataxó. Imagem obtida pelo Google Imagens. Sem referências.
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